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  • Vasconcelos, Ernesto de (1852-1930) - A astronomia photographica
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      • A astronomia photographica (p.1)
      • Photographia solar (p.4)
      • Photographia lunar (p.12)
      • Photographia estellar (p.15)
      • Photographia nebular (p.19)
      • Photographia cometaria (p.22)
      • Eclipses (p.24)
      • Passagens de Venus (p.34)
      • Photographia da chromosphera (p.47)
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Como temos visto, herr Zenger havia jâ feito estudos ten-dentes a photographar diariamente a corôa solar, e mr. Huggins, chegando ao mesmo resultado por outro processo differente, veio lançar nova luz na importantissima questâo do es-tudo da constituiçâo physica do sol.

Nas condiçôes favoraveis do nosso clima era de grande al-cance poderem ser emprehendidos taes estudos, que de certo seriam de uma grande vantagem para os progressos da astro» nomia.

Passag’ens de Venus

A observaçâo da passagem de Venus pelo disco do sol em 1874, veiu dar logar a uma grandiosa applicaçâo da photographia a astronomia.

Como se sabe, foi Halley quem, tomando uma idéa emit-tida por J. Gregory em 1663, declarou em 1677 que a dura-çâo de uma passagem de Mercurio ou de Venus, obtida em dois logares differentes, podia servir para determinar a parallaxe do sol, e, por conseguinte, a distancia d’este astro a terra.

Para calcular as distancias dos corpos celestes â terra, to-ma-se para base o diametro da orbita terrestre; o que équivale a suppôr que se lhe conhece exactamente o eomprimento que, em numéros redondos, anda por 30 milhôes de myriametros. Mas, sem entrai1 em grandes detalhes mathemalicos, vejamos como é que a photographia pôde auxiliar o estudo da parallaxe solar.

Supponhamos a terra em T, Venus em F e o sol em S.




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